Limite para comprar imóvel com recursos do FGTS sobe para R$ 1,5 milhão

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O CMN (Conselho Monetário Nacional) decidiu, nesta terça-feira (31), aumentar o limite máximo para o valor de imóveis que podem ser financiados com o uso do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

Até então, o teto para esse tipo de financiamento imobiliário era de R$ 950 mil nos estados de Minas Gerais, Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro. Nas demais localidades, o valor era limitado a R$ 800 mil. Agora, o teto passará a R$ 1,5 milhão em todos os Estados. As informações são do jornal O Globo.

A decisão passa a valer para o financiamento de imóveis residenciais novos contratados a partir de 1º de janeiro  de 2019, de acordo com a Agência Brasil, e faz parte de um conjunto de medidas para estimular o crédito habitacional. Entre elas, técnicos do governo também decidiram pelo fim do limite para o valor dos imóveis financiados com recursos da caderneta de poupança.

O  Sistema Financeiro da Habitação (SFH)  é formado por recursos da poupança e do FGTS. Nesse sistema, os juros dos financiamentos são mais baixos do que os praticados no mercado, de até 12% ao ano.

De acordo com o G1, na prática, o governo voltará a uma regra que vigorou até 31 de dezembro do ano passado, quando o CMN havia elevado para R$ 1,5 milhão o valor do imóvel que pode ser financiado pelo SFH com recursos do seu FGTS. Na época, o valor vigorou entre fevereiro e dezembro de 2017 como uma medida temporária, de estímulo ao setor da construção civil.

Agora, como o setor continua cortando mais vagas de trabalho do que gerando, e a economia está num ritmo bem mais lento do que o previsto pela equipe econômica, a regra volta a vigorar.

 O CMN ainda deve fazer mudanças também no percentual que os bancos devem aplicar em crédito imobiliário. Hoje, eles precisam direcionar 65% do montante depositado em caderneta de poupança para o crédito imobiliário, sendo 80% destes 65% no SFH.  O governo pode flexibilizar a regra, permitindo que os bancos usem uma parte destes recursos no financiamento de imóveis fora do SFH.

FONTE: Gaúcha ZH

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